segunda-feira, 30 de abril de 2012

O orgulho do imperador

Em uma época na qual os poderosos faziam suas próprias leis, quando o mundo era algo a ser conquistado a qualquer preço, reis e imperadores escreveram sua própria história e inspiraram inúmeras lendas.

Uma delas, passada de geração em geração, conta que, ao regressar vitorioso de suas investidas pelos reinos da Europa, trazendo riquezas e prisioneiros, um imperador mandou preparar um suntuoso banquete. Ainda embriagado pelo orgulho de suas recentes conquistas, disse diante dos seus convidados:
- Tenho realizado inúmeras conquistas e meu império se espalha por todos os povos e nações! Meu exército é o mais poderoso do mundo! Por isso sou temido pelos meus inimigos e admirado pelo meu povo! A partir de hoje, decreto que devo ser tratado como "deus", pois é isso mesmo que sou: deus!
Os convidados, um bando de bajuladores e aproveitadores, romperam em palmas e gritos, aclamando o imperador: "nosso deus! nosso deus!".
Um sábio viajante, bem sucedido comerciante do Oriente, vendo o delírio insano dos convidados, aproximou-se do soberano e lhe fez um pedido:
- Senhor "deus", venho com humildade pedir-lhe ajuda. Tenho, neste instante, uma enorme caravana, carregada com as mais preciosas iguarias, que trago para comercializar em vosso império. São mais de 60 camelos e 120 homens, parados em pleno deserto por causa de uma tempestade de areia. Meu experiente caravaneiro nada pode fazer - disse ele.
- Por que te atormentas com tão pouco? Mandarei agora mesmo que 400 soldados saiam ao encontro da sua caravana, e a resgatem. Em breve, estarão todos aqui e nada será perdido - assegurou o orgulhoso "deus".
O homem, ouvindo a resposta, retrucou respeitosamente:
-Não vos incomodeis a tal ponto, senhor "deus", deslocando centenas de homens que, certamente, têm outras funções e se encontram a vosso serviço. Tão somente mandai que o vento se aquiete e, assim, em poucos segundos resolveremos o problema.
Nesse instante, vendo que não poderia realizar tal feito, o imperador sentiu a insanidade de sua pretensão. Como controlar o vento? Fez-se então um profundo silêncio naquele imenso salão; até a música parou. A multidão entendeu quão absurda era a comparação de um simples mortal com o próprio Deus.
Quantas vezes, ainda que não sejamos loucos de nos perdermos em tais devaneios, temos um pouco do orgulho do imperador? Quando julgamos, condenamos ou criticamos alguém, assumimos, sem notar, a posição do próprio Deus. Até mesmo quando tomamos decisões em nossa vida pessoal sem qualquer consulta ao Criador. Chamamos Jesus de Senhor, mas, na verdade, servimos a nós mesmos.
O Senhor Jesus, certa vez, chamado a intervir em causa alheia, respondeu: "Quem me constituiu juiz entre vós?" (Lucas 12.14), mostrando Seu cuidado em emitir conceitos. Bem disse o apóstolo Tiago:
"Atendei, agora, vós que dizeis: Hoje ou amanhã, iremos para a cidade tal, e lá passaremos um ano, e negociaremos, e teremos lucros. Vós não sabeis o que sucederá amanhã. Que é a vossa vida? Sois, apenas, como neblina que aparece por instante e logo se dissipa. Em vez disso, devíeis dizer: Se o Senhor quiser, não só viveremos como também faremos isto ou aquilo." Tiago 12.13-15.

 

sábado, 7 de abril de 2012

Segredo principal




Nós, em que na medida,
Aprendermos a adorar
Como nação escolhida,
E sacerdócio no altar...


Naturalmente acharemos
O segredo principal,
Divino, que venceremos,
As quaisquer forças do mal.

O segredo, encontraremos,
Dando louvores e glórias.
No Senhor conquistaremos
Nossas futuras vitórias.
(Berg Santos)

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sexta-feira, 6 de abril de 2012

Sabedoria de Deus






Não vou viver de ilusão,
Vou confiar no Senhor!
De todo meu coração
Deus me será protetor.


Reconhecer tua grandeza,
Em todos os meus caminhos.
E Ele virar com certeza,
Pra remover os espinhos.

A minha sabedoria
Não me será arraial,
Mas Teu saber dia-a-dia,
 Me sanará todo o mal.

Buscarei a sabedoria,
Acharei conhecimento.
Deus me será companhia
Em todos os meus momentos.
(Berg Santos)

Baseado em Provérbios, Capítulo; 3

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quinta-feira, 5 de abril de 2012

A poesia e a páscoa.



A poesia se imergiu
E perfeita se fez pão,
Aninhou seus versos mil
No coração do cristão.


Fez-se luz! E fez-se vida!
Renovou almas na messe!
Viu sua crença estendida!
E que sua querençia cresce!

A poesia quis ser partida.
Um dia depois partiria,
Em celestial subida.
Mas um dia voltaria.

Pra todos os seus leitores
Pra neles ser promovida,
E aliviar suas dores
Com rima nunca sentida!
 (Berg Santos)

Paráfrase do poema "A Páscoa da Poesia"
de autoria de Gilberto Costa.

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quarta-feira, 4 de abril de 2012

Arrogantes






Muitos são os arrogantes
Por conquistarem poder,
Mas, não passam de ambulantes.
Nem podem se defender.



Sabem tanto, e nem sabem,
Quem são, e pra onde vão.
Entram onde não lhe cabem
Caminham na contramão.

São tantos os arrogantes
Aparentando humildade
Que depois de alguns instantes
Descobrimos a verdade.

É como na reflexão
“O Poder da Arrogância,”
Que vemos a ilusão
Dessa inútil redundância.

Que tenham o que merecem,
Do primeiro ao derradeiro.
Toda vez que se intrometem;
Um touro no seu traseiro.
(Berg Santos)

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sábado, 24 de março de 2012

O PODER DA ARROGÂNCIA


Um policial federal vai a uma fazenda e diz ao dono, um velho fazendeiro:
- “Preciso inspecionar sua fazenda. Há uma denúncia de plantação ilegal de maconha.”


O fazendeiro diz:
- “Ok, mas não vá naquele campo ali.”

 
E aponta para uma determinada área.
 
O oficial P... da vida diz indignado:
- “O senhor sabe que tenho o poder do governo federal comigo?”


E tira do bolso um crachá mostrando ao fazendeiro:
- “Este crachá me dá a autoridade de ir onde quero.... e entrar em qualquer propriedade Não preciso pedir ou responder a nenhuma pergunta. Está claro? Me fiz entender?”


O fazendeiro todo educado pede desculpas e volta para o que estava fazendo.
Poucos minutos depois o fazendeiro ouve uma gritaria e vê o oficial do governo federal correndo para salvar sua própria vida perseguido pelo Santa Gertrudes, o maior touro da fazenda.  
A cada passo o touro vai chegando mais perto do oficial, que parece que será chifrado antes de conseguir alcançar um lugar seguro. O oficial está apavorado.

O fazendeiro larga suas ferramentas, corre para a cerca e grita com todas as forças de seus pulmões:

- "Seu Crachá, mostra o seu CRACHÁ para ele!”

Enviado para meu e-mail por Rivera Katia da Rocha.